Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, pedaço de carne, o único que me levou à estúpida manifestação de tristeza através dos olhos, que me levou a saborear o insípido sabor das lágrimas. Manhã das minhas noites, som dos meus silêncios, morte das minhas vãs esperanças de felicidade. Foste sal e foste açucar, tanto foste orgasmo de dor como de alegria. Nunca foste capaz de atribuir um nome ao que te nutria, fosse ódio ou amor...não, amor é muito pouco, dizias. E agora abandonas-me na ignorância sentimental da melhor ou da pior coisa que me aconteceu na vida: tu.
E agora, mais uma vez, o que resta são as memórias. Elas que me valham, porque só assim me consigo lembrar que és a maior certeza de que gosto de ti, até ao fim do mundo que me deste. *
(yac)
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
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3 comentários:
Ele. É ele.
Bravo
amei, sabes?
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